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Espiritualidade Slow

O silêncio é a oração dos sábios.Augusto Cury

O mundo atual é cheio de estímulos e ruído. Silenciar é abrandar e é criar tempo.


Vivemos numa correria e excesso de ‘coisas’ e troféus, mas vivemos em pobreza e escassez de tempo. Vivemos uma tendência generalizada para a superficialidade e pressa, sem aprofundamento e foco nas nossas experiências.
 

Valoriza-se em demasia uma vida repleta de atividades, de adrenalina e rapidez, desprezando-se as vivências e momentos simples e calmos que a vida nos oferece. 
O Movimento Slow vem trazer um contrapeso a esta tendência cultural generalizada da pressa, aceleração, stress, falta de tempo e superficialidade. Reforça os valores contrários, de um maior sossego, profundidade, boa lentidão, equilíbrio, moderação, simplicidade, calma. Convida-nos a olhar para dentro. Valorizar o Eu, o aqui e o Agora. O Ser em vez do fazer. O viver em vez do ter. 

 

Como é que o Movimento Slow se relaciona com a Espiritualidade?

Porque é que o Movimento Slow se relaciona com a necessidade de silêncio com significado? Porque é tão necessário falar nesta quietude e neste silêncio?

 

A espiritualidade pode ser definida como uma propensão humana para buscar significado para a vida, que pode ou não estar ligada a uma vivência religiosa.
A espiritualidade tem sido bastante estudada no que se refere às suas relações com a saúde humana. A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem vindo a aprofundar as investigações sobre a espiritualidade enquanto elemento integrante do conceito multidimensional de saúde. Atualmente, o bem-estar espiritual tem vindo a ser considerado mais uma dimensão do estado de saúde, a par das dimensões corporais, psíquicas e sociais.

Desacelerar é essencial para o desenvolvimento da espiritualidade. 
Quando abrandamos permitimos o encontro connosco próprios. E, ao cultivarmos essa interioridade, lançamos bases sólidas para o desenvolvimento espiritual.

O Movimento Slow orienta-nos no sentido do uso sábio do nosso tempo, o qual pode facilmente pode ser desperdiçado, uma vez que a vida está repleta de estímulos externos que nos distraem do que é mais importante e essencial.

 

Saiba mais neste artigo do Blogue da Slow.