Slow Cities | Cidades Humanizadas

Onde a qualidade de vida é importante

Cittaslow (slow cities) é um movimento fundado em Itália em 1999. A fonte de inspiração para as Cittaslow foi a organização internacional Slow Food.

O movimento funciona, em cada país, através da criação de uma rede nacional, atenta às características e especificidades de cada território.

Itália, Alemanha, Polónia, Noruega, Inglaterra e Brasil são países onde o movimento “Slow Cities” tem já uma rede própria. Entretanto, outros países já integraram, também, este conceito, como são os casos de França, Espanha, Austrália, Canadá e Japão. Portugal juntou-se a este movimento com a entrada de quatro cidades algarvias na rede mundial.
A categoria ‘Slow City’ constitui um selo de qualidade e uma marca que funciona tanto como uma distinção, como também como um compromisso e um ponto de referência para habitantes, turistas e investidores que esperam da cidade credibilidade no que diz respeito a sustentabilidade para as pessoas e para a natureza. “Destas cidades querem-se comunidades com identidade própria, identidade esta que seja reconhecida por quem chega e profundamente sentida por quem dela faz parte . Cultiva-se aqui o sentido de ligação entre os produtos e os consumidores, entre pessoas e meio ambiente protegido, entre residentes e visitantes (que se devem sentir residentes durante a estadia). As cidades slow querem-se ajustadas à escala humana, com os centros históricos preservados e os edifícios novos harmonizados. Devem ser criados lugares de convivência comum da cidade, espaços de lazer e de cultura. A cidade tem que ser para todos e, para isso, as acessibilidades têm de prever a presença de todos por igual. O comércio tradicional, o atendimento personalizado e confiável é encorajado. As cidades e vilas devem ter menos trânsito e menos barulho. As possibilidades são infinitas e sempre inacabadas: espaços verdes, cafés, teatros, cinemas, pousadas, mercados com produtos locais, zonas exclusivamente pedonais, festivais de promoção da região, lojas de comércio justo, promoção dos bairros mais antigos, etc.. O desafio é implementar a filosofia, adaptando à realidade de cada país os cerca de 60 critérios instituídos pela organização mundial, para que uma cidade seja considerada uma “Slow City”. Sempre presente é a preocupação com as diferentes gerações.

O processo de candidatura deve ser liderado pelas autarquias, mas todos os habitantes da cidade e as suas organizações podem tomar iniciativas e são chamados a implicar-se, num diálogo que se quer participado, inteligente, solidário e criativo. Após vencer a candidatura, uma comissão externa à cidade verificará periodicamente a manutenção da designação e o atingir de novos critérios e soluções como cittaslow.

Para ser Slow City uma cidade deve preenchar pelo menos 50% dos critérios de uma lista com 60 itens e os princípios fundamentais assentam em 5 macrocategorias: Política Ambiental; Política de Infraestruturas; Tecnologia para a Qualidade Urbana; Valorização dos produtos locais; Hospitalidade e Convivialidade.“

As cidades com mais de 50.000 habitantes não podendo candidatar-se, não devem inibir-se de tentar viver mais de acordo com os princípios e objetivos das Slow Citties e do Movimento Slow, valorizando os seus nichos slow como os parques, os lagos e as zonas históricas, ou simplesmente cultivando e promovendo uma atitude de vida de acordo com os esses valores e ganhando assim reconhecimento e, mais importante, a qualidade de vida dos seus cidadãos.

São já várias as grandes capitais e cidades como Londres, Madrid, Sydney ou Toquio a cultivar  e a tentar aproximar-se de uma vivência dentro dos princípios da atitude slow.

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